domingo, 15 de abril de 2018

POLICIÁRIO 1393



DIA DE TAÇA

O nosso espaço de hoje é integralmente preenchido com a divulgação dos confrontos para a 2.ª eliminatória da Taça de Portugal. Cada confrade disputa o acesso à 3.ª eliminatória com o seu opositor directo, tendo como pano de fundo os problemas da prova n.º 2, de autoria de Insp. Boavida.
Eis o resultado do sorteio:

TAÇA DE PORTUGAL - 2018
 CONFRONTOS 2.ª ELIMINATÓRIA

Fernames – A Fresh; Bernie Leceiro – Holmes; Not Me – Rigor Mortis; Moratti – X Boavista; Paulo – Boatola; Protocopus – Búfalos Associados; Ego – Sofacada; Acosta - Det. Jeremias; Giant – Trianon; Deco – Július Bacanos; Det. Alfacinha – Larissa; Frolico – Lacsif; Fosfonitrol – Super Dragon; Leal – Batman; Mapei – Teodoro Morais; Mars – Cabo Branco; Mister H – Caró; Airam Semog – Seven; Milau – Balacó; Nagachi – Articrime; Padre Amaro – Ato Final; Pokemon – Cota Mil; Xakal – Caridon; Zuzarte – Barriosa; Karl Marques – Big Boss; Insp. Januário – Agente Guima; Zeca Poirot – Lin Hu; Zé Rambo – Agente Tucano; Udorico – Celina Catáu; Zé - Minotauro; Cromo – Essec; A Raposo & Lena – Red Troop; Moroless – Xispeteó; Wipp – Abrótea; Daniel Falcão – Académico; Anduócrime – Queluz 2020; André Pi – Rui Nanico; Agente Bolota – Chico Bento; Det. Bala – Insp. Boavida; Urso Pardo – Fantasma; A Troikista – Insp. Sonntag; Insp. Aranha – Sorgan; Ana Xeltox – Zzz; Dr. Sócrates – Larama Coyote; Edite Cardoso – Orta Kary; Flo & Tânia – Agente Dourado; AA Nogueira – Sertório; Agapito – Ribeiro de Carvalho; Det. Zorba – Insp. Moscardo; Acacrime – Rei dos Pontos; Botelli – Neusa; Det. Cibernético – Golden Ret; Insp. E-Faturado – Stum; Insp. James – Nivel Z; João Jennif – Vercce; Mr. Corbin – Mourinno; Joca Porreta – U; MSS – Oracle; Major Alvega – Arco.com; Merkelina – Corto Maltese; Oioppa – Jota Petrus; Padrão Graminho – Yang Chan; Pistoleiro – Tracy; Tapioca – Anoli; Zé Ferry – Azico; Insp. Faruk – Bochum; A Gatucha – Lima Amaro; Perry Mason – Xico Milas; Professor Poirot – Chefe Zé; António Verdi – Passolini; The Lartiste – Libanês; João Alarcão – Nico; Piaxo – O Cobra; Ocosso – A Neal; Belcato – Criolo; Dr. Libório – Francis; Luz Farrajota – Tia Mia; Insp. Xabalo – Lili; Miss Marple – Unicafor; Tropa K – O Mocho; Rao Kito – Bruno Capas; Hybrid – Olga Pedras; Werr – Mason; Elpídio Rocha – Lira Corrupta; Gafto – Det. Lisboa; Jonas Tubarão – Tuxa; Cartopan – Alpinista; Betina – Insp. Martelada; Insp. Leonel – Otutit; Arma Dura – Lottar; Pikachu – Ph Bat; Retni – Ix; Lucifer – Alkazar; Aldino Pires – Det. Satã; Fina Live – Dique Forte; Cão Fera – Japires; Máfrica – Salomão; Troca Troiko – Quinto Portal; Gelson – Pirómano; A Bola – Malone; Maria Segura – Turista; Van Biz – Udumastic; Quick – Rei Bingo; Microlta – Navalista; Muralha – Andrina; Arzap Dil – Yek; XPTO – Abreu; Agente Gordo – Barba Azul; Babaco – Melo Tino; Sunita – Brilhantina; Alfonse – Lua Nova; Loc Terry – Telma Sousa; Xeltox – Terramar; The Indian – Mary Doll; Milit.com – Arnaldo Pintas; Gregory – O Gato Preto; Today Good – Roller; C Alberto – Erzália; Família Holmes – Muchicco; Ó Bama – Silvana; Vítor Patrício – Xábi; Maluff – Professor Rotor; Professor Inácio – Det. Himalaia; Ben Bolt – Calvin K; Carreto Marrão – Riba Mar; Ruca Mil – Andarilho; Det. Duralex – Haal; Indygo – Justiceiro Negro; Kuskas – Neco Tareco; O Holmes – Q; Xlem – Bel Beto; Det. Kirow – Insp. Lupinha; Albano Pistacho – Celestino; Dragão Dourado – Época; Etna – Tó Oliveira; Tiro Certeiro – Professor Martelo; Radialista – Inácio Santos; Lois Lane – Oligarca; Sentinela – Det. Brasileiro; Fidúciu – Gaal; Hilária Clintona – Luna Bala; Luís Gomes – M Célia; Tanita Tananca – Vénus; Viriato – Vilamorena; Cobra – Filósofo; Jofira – Spiridon; Zé Zarolho – Toni Pratas; Capitolina – FCP; Gasos Pancali – Miss Dárius; Mister X – Udaca; Ave Selvagem – Det. Popular; Dib Rasco – Maria Bruxa; Parlatório – Wood Casual; André Urtiga – Chalor; Det. Ulrich – Dr. Famoso; Gilberto Cruz – Sargento Kirk; Zaah – Sá Xábi; Tolentino – 4G; Castelão – P Sintrão; Papari – Carlos Gilbert; Metrossex – Tino Serrão; Zé Carioca – Det. Olga; Artur Olavo – Lenkinha; Det. Marafado – Insp. Columbo; Noitne – The Boss; The Beatles – Busina; Caramelo – Garanho; GPS – Macrocéfalo; Manuel Silva – Mário Raposo; Quimtrofa – Tó Dani; Trinitá – Evolution; João Vitola – Zendoff; Treko – Tritão; Cool – Insp. Isótopo; KG – L Revis; Nurse – Tarra Mecce; Wimpee – Real House; Ayalla – Cisco Kid; Cibernético – Red Lib; Rui Xabregas – Sam Spade; Semog – Tó Nuno; Zubulanda – Tó Almeida; Professor Tonecas – Comissário Maigret; CSI Brandoa – Det. Tommy; Gardénia – Helicor; Hugo Foguete – Teresa M; Insp. Bilharda – Insp. Alegria; DR36 – Almiro; Albano Fatela – Mimo; Vulk – Serpa; Rio Tagus – Insp. Kulpado; Insp. Malufo – Uniaque; Rei Kukas – Kim Milá; Dalila – Galileu; David Belga – Rato Sega; Agente Malapata – Agente Privado; Bernardo Cueca – Agente Lapónia; Dr. Fonseca – Erme Linda; A Luna – Corporel; Insp. Podemos – Testa Rossa; Voar Raov – Assavil; Azarado – Nando Serpa; Morgain – Wanda Milá; Vidal – Good Files; Futrica – Al Gany; Albino Calhau – Insp.ª Aline; Irmandade do Crime – JJ; Ofaza – Amorini; A Matrioska – P Coruja; Penalva – Primavera; Procópo – Aleto; Amarulho – Insp. Pi; Insp. Xunga – O Lunático; Somaro – Machumbo; Marcus Solus – Tarik Az; Vulcão - Desler Cali; Cuore Dolce - Ozela; Pecador Militante – Bino; Bitrolha – Cbe; Pequenote – Zurc; Tola Big – Kolka; Det. Juca – Anak; Ninoko – Badmix; Marvelisor – Zarú; Yutelmi – Sir Lapidus; Soldado – Obélix; Scripto – Ami; Gold Medal – Rui Catal; Samurai – Det. Silva; Bibó – Det. Pilantra; Insp. Fitão – The Special; Tassolino – Ponto Pt; Professor Neca – Sir Dragon; Troca Tintas – Mirrala; Ndéti – Sininho; Apoulos – Insp. Burc; Insp. Nublio – Vari Sela; Vampirina – Fochild; Geringonça – Jack Boamassa; Juno – SK; Vetux – Silumano; Sixolina – Careto; Brocas – Caramujo; Kolka – Vampiro do Ó; Agente Mila Sousa – Fulas; BA Loko – Banonas; Fastio – Agente Irish; Adelix – Stic; Surrela – Tigana; Tino Abreu – D. Quixote; Dani Dias – Regola; Esférico – Aragonês; Arquimedes – Det. Rasca; Det. Xanfrado – Pedroski; Zona J – Tiko; Dr. Pereira – Miss X.   

domingo, 8 de abril de 2018

POLICIÁRIO 1392




UMA SAGA COM GIRAFAS

O aumento do prazo para envio das propostas de solução da prova n.º 2, não foi integralmente entendido por alguns confrades, principalmente aqueles que só agora descobriram o Policiário e não estão, ainda, por dentro da nossa orgânica e que nos fizeram chegar as suas dúvidas.

Como referimos, os regulamentos exigem que cada eliminatória da Taça de Portugal seja precedida da publicação dos confrontos, de modo a que cada confrade saiba, obrigatoriamente, quem é o seu opositor em cada prova.

Numa situação ideal e normal, com os prazos a terminarem sempre no último dia do mês, duas a três semanas são suficientes para o apuramento e sorteio dos confrontos, bem a tempo para o final do prazo da prova em causa, mas quando há factores excepcionais, que podem ser derivados de um número elevado de participantes ou questões pessoais do orientador do espaço que não consegue dedicar o tempo necessário para ler, classificar e efectuar o sorteio, os prazos deixam de ser cumpridos.

O ponto mais melindroso de cada época é precisamente a prova n.º 2 porque há a necessidade de apurar as 512 melhores propostas de solução à prova n.º 1 para depois serem sorteados os “emparelhamentos”, determinando cada confronto. Encontrar e seleccionar num universo de quase três milhares de soluções as melhores 512, sem cometer injustiças, ou pelo menos minimizando essa possibilidade, é tarefa morosa e difícil, como se calcula.

De qualquer forma, não sendo uma situação virgem, sempre acaba sendo ultrapassada e as competições vão decorrendo com normalidade uma vez restabelecidos os prazos.

Chamamos a atenção dos nossos “detectives” para a necessidade de manterem um contacto mais próximo com o blogue Crime Público, em http://blogs.publico.pt/policiario, onde serão publicados os confrontos e toda a informação útil relacionada com o andamento competitivo.

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2018
PROVA N.º 3 – PARTE II
A SAGA DAS GIRAFAS INCÓMODAS – Original de FIPQ

Há vários anos que morava naquele primeiro andar, um primeiro andar como outro qualquer, mas que tinha uma particularidade, tinha como vizinhos um parque temático, gerido por uma associação que cuidava e criava girafas.
Eram girafas verdadeiras, de carne e osso, que toda a vizinhança encarava com naturalidade. Mas ele tinha uma vantagem, como morava no primeiro andar, as janelas ficavam à mesma altura das girafas maiores e por isso era frequente abrir uma janela e ter de cumprimentar um dos animais mais afoitos. Mesmo os seus filhos já se habituaram a ter um saco com feno ao lado da janela e todas as manhãs, ao acordarem, abrem a janela e dão-lhes alguns pedaços, que elas agradecem. Uma delas chegou a dar pequenas marradas no vidro quando se atrasaram na refeição!
Durante anos nunca houve problemas, mas chegou um dia em que se mudou para um dos apartamentos um indivíduo que começou a complicar as relações com os animais, com queixas frequentes sobre muitos dos comportamentos das girafas, a começar com o mau cheiro, depois com as moscas e mosquitos, mais tarde com o barulho que faziam ao baterem com as patas no chão ou com as lutas de pescoços e a culminar na denúncia dos gritos fortes que os animais libertavam de noite, certamente nas suas actividades de acasalamento.
A situação começou a ficar complicada, com o dito indivíduo a marcar reuniões de condomínio na tentativa de conseguir uma posição conjunta contra a presença dos animais, para que fosse possível corre-los dali.
Logo começaram as denúncias formais, com todas as alegações e acrescentando questões de saúde pública que acabaram por levar ao local as autoridades sanitárias.
Era evidente que onde há animais há um pouco mais de cheiro, de moscas ou mosquitos, até de barulho, mas isso acontece com quaisquer animais, não seria por serem girafas. Os moradores uniram-se, mas as autoridades sanitárias referiram que havendo uma queixa, certamente haveria consequências, porque o queixoso alegava que não conseguia repousar em condições com os gritos dos animais e assim sendo, tornava-se impossível respeitar o silêncio e sossego das noites e assim sendo tinham de fazer o relatório obrigando à deslocação dos animais para outros locais.
O condomínio e toda a vizinhança pronunciaram--se contra a saída dos animais e chamaram a atenção para uma mentira que o novo vizinho estava a denunciar e que demostrava em absoluto a sua má vontade:

A-    As girafas não emitem qualquer som vocal;
B-    As girafas não batem com os pescoços umas nas outras;
C-    As girafas não conseguem emitir gritos fortes;
D-    As girafas não libertam cheiros nem atraem moscas ou mosquitos.

E pronto.

Terminada esta descrição que mete mundo animal e a sua relação com os humanos, desta vez junto ao habitat deles, ao invés do mais habitual que é invasão em sentido inverso, resta aos confrades e “detectives” escolherem a alínea que responder ao problema e enviarem a informação, impreterivelmente até ao próximo dia 30 de Abril, para o que poderão usar um dos seguintes meios:

- Pelos Correios para Luís Pessoa, Estrada Militar, 23, 3125-109 MARINHAIS;
- Por entrega em mão ao coordenador da secção, onde quer que o encontrem.

Boas deduções!



sábado, 7 de abril de 2018

CONFRONTOS PARA A 2.ª ELIMINATÓRIA


TAÇA DE PORTUGAL - 2018

 CONFRONTOS 2.ª ELIMINATÓRIA


Fernames – A Fresh; Bernie Leceiro – Holmes; Not Me – Rigor Mortis; Moratti – X Boavista; Paulo – Boatola; Protocopus – Búfalos Associados; Ego – Sofacada; Acosta - Det. Jeremias; Giant – Trianon; Deco – Július Bacanos; Det. Alfacinha – Larissa; Frolico – Lacsif; Fosfonitrol – Super Dragon; Leal – Batman; Mapei – Teodoro Morais; Mars – Cabo Branco; Mister H – Caró; Airam Semog – Seven; Milau – Balacó; Nagachi – Articrime; Padre Amaro – Ato Final; Pokemon – Cota Mil; Xakal – Caridon; Zuzarte – Barriosa; Karl Marques – Big Boss; Insp. Januário – Agente Guima; Zeca Poirot – Lin Hu; Zé Rambo – Agente Tucano; Udorico – Celina Catáu; Zé - Minotauro; Cromo – Essec; A Raposo & Lena – Red Troop; Moroless – Xispeteó; Wipp – Abrótea; Daniel Falcão – Académico; Anduócrime – Queluz 2020; André Pi – Rui Nanico; Agente Bolota – Chico Bento; Detective Bala – Insp. Boavida; Urso Pardo – Fantasma; A Troikista – Insp. Sonntag; Insp. Aranha – Sorgan; Ana Xeltox – Zzz; Dr. Sócrates – Larama Coyote; Edite Cardoso – Orta Kary; Flo & Tânia – Agente Dourado; AA Nogueira – Sertório; Agapito – Ribeiro de Carvalho; Detective Zorba – Insp. Moscardo; Acacrime – Rei dos Pontos; Botelli – Neusa; Detective Cibernético – Golden Ret; Insp. E-Faturado – Stum; Insp. James – Nivel Z; João Jennif – Vercce; Mr. Corbin – Mourinno; Joca Porreta – U; MSS – Oracle; Major Alvega – Arco.com; Merkelina – Corto Maltese; Oioppa – Jota Petrus; Padrão Graminho – Yang Chan; Pistoleiro – Tracy; Tapioca – Anoli; Zé Ferry – Azico; Insp. Faruk – Bochum; A Gatucha – Lima Amaro; Perry Mason – Xico Milas; Professor Poirot – Chefe Zé; António Verdi – Passolini; The Lartiste – Libanês; João Alarcão – Nico; Piaxo – O Cobra; Ocosso – A Neal; Belcato – Criolo; Dr. Libório – Francis; Luz Farrajota – Tia Mia; Insp. Xabalo – Lili; Miss Marple – Unicafor; Tropa K – O Mocho; Rao Kito – Bruno Capas; Hybrid – Olga Pedras; Werr – Mason; Elpídio Rocha – Lira Corrupta; Gafto – Detective Lisboa; Jonas Tubarão – Tuxa; Cartopan – Alpinista; Betina – Insp. Martelada; Insp. Leonel – Otutit; Arma Dura – Lottar; Pikachu – Ph Bat; Retni – Ix; Lucifer – Alkazar; Aldino Pires – Detective Satã; Fina Live – Dique Forte; Cão Fera – Japires; Máfrica – Salomão; Troca Troiko – Quinto Portal; Gelson – Pirómano; A Bola – Malone; Maria Segura – Turista; Van Biz – Udumastic; Quick – Rei Bingo; Microlta – Navalista; Muralha – Andrina; Arzap Dil – Yek; XPTO – Abreu; Agente Gordo – Barba Azul; Babaco – Melo Tino; Sunita – Brilhantina; Alfonse – Lua Nova; Loc Terry – Telma Sousa; Xeltox – Terramar; The Indian – Mary Doll; Milit.com – Arnaldo Pintas; Gregory – O Gato Preto; Today Good – Roller; C Alberto – Erzália; Família Holmes – Muchicco; Ó Bama – Silvana; Vítor Patrício – Xábi; Maluff – Professor Rotor; Professor Inácio – Detective Himalaia; Ben Bolt – Calvin K; Carreto Marrão – Riba Mar; Ruca Mil – Andarilho; Detective Duralex – Haal; Indygo – Justiceiro Negro; Kuskas – Neco Tareco; O Holmes – Q; Xlem – Bel Beto; Detective Kirow – Inspector Lupinha; Albano Pistacho – Celestino; Dragão Dourado – Época; Etna – Tó Oliveira; Tiro Certeiro – Professor Martelo; Radialista – Inácio Santos; Lois Lane – Oligarca; Sentinela – Detective Brasileiro; Fidúciu – Gaal; Hilária Clintona – Luna Bala; Luís Gomes – M Célia; Tanita Tananca – Vénus; Viriato – Vilamorena; Cobra – Filósofo; Jofira – Spiridon; Zé Zarolho – Toni Pratas; Capitolina – FCP; Gasos Pancali – Miss Dárius; Mister X – Udaca; Ave Selvagem – Detective Popular; Dib Rasco – Maria Bruxa; Parlatório – Wood Casual; André Urtiga – Chalor; Detective Ulrich – Dr. Famoso; Gilberto Cruz – Sargento Kirk; Zaah – Sá Xábi; Tolentino – 4G; Castelão – P Sintrão; Papari – Carlos Gilbert; Metrossex – Tino Serrão; Zé Carioca – Detective Olga; Artur Olavo – Lenkinha; Detective Marafado – Insp. Columbo; Noitne – The Boss; The Beatles – Busina; Caramelo – Garanho; GPS – Macrocéfalo; Manuel Silva – Mário Raposo; Quimtrofa – Tó Dani; Trinitá – Evolution; João Vitola – Zendoff; Treko – Tritão; Cool – Insp. Isótopo; KG – L Revis; Nurse – Tarra Mecce; Wimpee – Real House; Ayalla – Cisco Kid; Cibernético – Red Lib; Rui Xabregas – Sam Spade; Semog – Tó Nuno; Zubulanda – Tó Almeida; Professor Tonecas – Comissário Maigret; CSI Brandoa – Detective Tommy; Gardénia – Helicor; Hugo Foguete – Teresa M; Insp. Bilharda – Insp. Alegria; DR36 – Almiro; Albano Fatela – Mimo; Vulk – Serpa; Rio Tagus – Insp. Kulpado; Insp. Malufo – Uniaque; Rei Kukas – Kim Milá; Dalila – Galileu; David Belga – Rato Sega; Agente Malapata – Agente Privado; Bernardo Cueca – Agente Lapónia; Dr. Fonseca – Erme Linda; A Luna – Corporel; Insp. Podemos – Testa Rossa; Voar Raov – Assavil; Azarado – Nando Serpa; Morgain – Wanda Milá; Vidal – Good Files; Futrica – Al Gany; Albino Calhau – Insp.ª Aline; Irmandade do Crime – JJ; Ofaza – Amorini; A Matrioska – P Coruja; Penalva – Primavera; Procópo – Aleto; Amarulho – Insp. Pi; Insp. Xunga – O Lunático; Somaro – Machumbo; Marcus Solus – Tarik Az; Vulcão - Desler Cali; Cuore Dolce - Ozela; Pecador Militante – Bino; Bitrolha – Cbe; Pequenote – Zurc; Tola Big – Kolka; Detective Juca – Anak; Ninoko – Badmix; Marvelisor – Zarú; Yutelmi – Sir Lapidus; Soldado – Obélix; Scripto – Ami; Gold Medal – Rui Catal; Samurai – Detective Silva; Bibó – Detective Pilantra; Insp. Fitão – The Special; Tassolino – Ponto Pt; Professor Neca – Sir Dragon; Troca Tintas – Mirrala; Ndéti – Sininho; Apoulos – Insp. Burc; Insp. Nublio – Vari Sela; Vampirina – Fochild; Geringonça – Jack Boamassa; Juno – SK; Vetux – Silumano; Sixolina – Careto; Brocas – Caramujo; Kolka – Vampiro do Ó; Agente Mila Sousa – Fulas; BA Loko – Banonas; Fastio – Agente Irish; Adelix – Stic; Surrela – Tigana; Tino Abreu – D. Quixote; Dani Dias – Regola; Esférico – Aragonês; Arquimedes – Detective Rasca; Detective Xanfrado – Pedroski; Zona J – Tiko; Dr. Pereira – Miss X.  


TAÇA DE PORTUGAL - 2018


CONFRONTOS PARA A 2.ª ELIMINATÓRIA

AINDA HOJE, AQUI!


domingo, 1 de abril de 2018

POLICIÁRIO 1391




UM ROUBO MUITO ESTRANHO

Um novo desafio é lançado aos nossos leitores e “detectives” neste começo de Primavera, desta feita de autoria de um novo confrade, que assina um problema sem grande complexidade, que irá constituir, estamos certos, uma boa oportunidade para exercício das “células cinzentas”.

NOVO PRAZO PARA A PROVA N.º 2

Entretanto, dificuldades imprevistas, por um lado derivadas ao enorme número de concorrentes e por outro a questões de ordem pessoal do coordenador desta secção, ainda não foi possível publicar as classificações da prova n.º 1, bem como os confrontos da segunda eliminatória da Taça de Portugal em que estão envolvidos os 512 confrades autores das melhores respostas.
Uma vez que, por exigência regulamentar, nenhum prazo para resposta a um problema poderá terminar sem que sejam conhecidos os confrontos da taça, para que ninguém tenha de responder a um desafio sem saber quem é o seu opositor directo, as propostas de solução da prova n.º 2, que deveriam ser enviadas até ao passado dia 31 de Março, viram o seu prazo alargado até ao dia 10 do corrente mês, sendo previsível que nessa data já todos os resultados estarão publicados no blogue Crime Público (http://blogs.publico.pt/policiario).
Como sempre acontece, os confrades que já enviaram as suas propostas de solução, mesmo sem conhecimento dos respectivos opositores, poderão, dentro do novo prazo, substitui-las, indicando apenas que anula a anteriormente enviada.

CAMPEONATO NACIONAL E TAÇA DE PORTUGAL – 2018
PROVA N.º 3 – PARTE I
“ROUBO NA NOITE ESCURA” – Original de STAGE 15

A noite foi muito escura e chuvosa, por vezes com ventos fortes e rajadas. Durante a madrugada alguém notou que caiu neve de forma pouco intensa, mas que conseguiu cobrir os campos ainda que só por alguns minutos.
O clima andava instável e aquelas condições já não deviam ocorrer se o ano fosse normal, mas não era o caso.
O Brocas, um possante cão que era excelente guarda, ladrou toda a noite, no dizer do seu dono, um velhote que não gerava simpatias em ninguém da vizinhança, não propriamente por fazer mal a alguém, mas por não se dar com ninguém.
Constava na aldeia que tinha uma fortuna imensa escondida em casa e quem lá entrou para fazer algum serviço veio dizer que tudo era muito escuro e provocava arrepios, era medonho, mas não referiam fortunas nem fausto, nem objectos de arte ou ouro.
- O Brocas não se calou um momento sequer. Já não o podia ouvir. Sabem, eu tomo uns comprimidos para conseguir dormir, mas nem assim preguei olho. Pensei que ladrava por causa do vento que fazia um barulho medonho, mas não era por isso, era porque andava alguém por cá a roubar-me.
- O que foi que lhe roubaram? – perguntou o guarda Felício.
- Foram ao meu cofre e levaram tudo.
- Está bem, mas o que é esse “tudo”? Se não sabemos o que lá estava, não podemos saber se foi muito ou pouco, se foi dinheiro ou objectos, está a perceber?
- Era só o que faltava estar a dizer o que tinha no meu cofre. Eram coisas minhas, de muito valor e que agora desapareceram.
- Vamos lá ver esse cofre…
Era um cofre instalado na parede, que parecia ser bastante robusto e não tinha sinais de arrombamento ou danos.
- O senhor desculpe, mas este cofre parece estar em boas condições, não tem marcas de violência, nada.
- Pois, mas o que lá estava dentro desapareceu, não vê que está vazio? Alguém esteve aqui e roubou tudo.
- Mas como, se não o arrombou?
- Ora, o cofre está sempre com a chave na fechadura e aberto. Para que havia de estar fechado se vivo sozinho e ninguém nunca cá veio roubar nada?
Felício percorreu as imediações do cofre e não registou nada de anormal, não havia marcas de arrombamento de portas ou janelas nem de pegadas ou outras, pelo menos à vista desarmada.
No terreno, maltratado, havia lama e poças de água por todo o lado, mas não havia marcas de alguém ter por ali andado nos últimos tempos. A terra não estava revolvida nem pisada e só as marcas de muita água eram visíveis.
 No fundo da garagem, agora preso por uma corrente, estava o Brocas, que o dono prendeu pouco antes da chegada da polícia, mas que quando não havia visitas andava solto por todo o lado. Era um cão possante e de pelo curto, limpo e brilhante, sinal de que era muito bem tratado. Isso mesmo fez Felício destacar ao velho:
- Tem aqui um belo cão, certamente não deixa ninguém aproximar-se…
- Sim, é verdade, mas esta noite foi uma desgraça, esteve agitado toda a noite, ladrou, ladrou, parecia doido e nem me deixou pregar olho. Um pavor!
Felício estava confuso, nada parecia jogar certo na história e não havia sinais de ladrão mas o velhote jurava que fora assaltado. Ia confirmar se havia algum seguro que pudesse receber e se foi actualizado recentemente. Eram mais as dúvidas que as certezas, mas já tinha algumas coisas para escrever no relatório da ocorrência, procurando responder às perguntas:
Será que houve mesmo assalto vindo do exterior?
Justifique todas as suas afirmações e retira as conclusões possíveis.

E pronto.
Lançados os dados, chega o momento dos nossos “detectives” elaborarem as propostas de solução para este problema, que deverão ser remetidas impreterivelmente até ao próximo dia 30 de Abril, podendo ser usado um dos seguintes meios:
- Pelos Correios para Luís Pessoa, Estrada Militar, 23 – 2125-109 MARINHAIS;
- Por e-mail:
- Por entrega em mão ao coordenador deste espaço, onde quer que o encontrem.
Boas deduções!



 

terça-feira, 27 de março de 2018

NOVO PRAZO PARA A PROVA N.º 2




Dificuldades imprevistas, por um lado derivadas ao enorme número de concorrentes e por outro a questões de ordem pessoal do coordenador desta secção, ainda não foi possível publicar as classificações da prova n.º 1, bem como os confrontos da segunda eliminatória da Taça de Portugal em que estão envolvidos os 512 confrades autores das melhores respostas.

Uma vez que, por exigência regulamentar, nenhum prazo para resposta a um problema poderá terminar sem que sejam conhecidos os confrontos da taça, para que ninguém tenha de responder a um desafio sem saber quem é o seu opositor directo, as propostas de solução da prova n.º 2, que deveriam ser enviadas até ao passado dia 31 de Março, viram o seu prazo alargado até ao dia 10 do corrente mês, sendo previsível que nessa data já todos os resultados estarão publicados no blogue Crime Público (http://blogs.publico.pt/policiario).

Como sempre acontece, os confrades que já enviaram as suas propostas de solução, mesmo sem conhecimento dos respectivos opositores, poderão, dentro do novo prazo, substitui-las, indicando apenas que anula a anteriormente enviada.

Aos nossos "detectives" apresentamos desculpas pela falta.

domingo, 25 de março de 2018

POLICIÁRIO 1390




PRIMEIROS RESULTADOS EM BREVE!

Esperamos pela divulgação dos 256 confrontos que vão mobilizar os 512 confrades que vão poder medir forças no um contra um da Taça de Portugal – 2018. Na verdade, era nossa intenção que tudo já estivesse pronto, mas o surgimento de dificuldades diversas, quer relacionadas com o elevado número de “detectives” e por consequência de participações, quer questões de ordem pessoal, fizeram adiar o momento que havíamos definido, por incompatibilidade com a antecedência com que este texto é elaborado.
De qualquer forma, os confrontos para a segunda eliminatória são publicados no blogue Crime Público, em http://blogs.publico.pt/policiario, onde podem ser consultados, sempre a tempo de cada confrade saber com precisão quem é o seu oponente e poder elaborar a sua proposta de solução com conhecimento da sua identidade.

PROBLEMAS POLICIÁRIOS
DE TODOS PARA TODOS!

Recomeçaram as nossas competições e com elas, os desafios policiários que assumem importância vital no nosso passatempo, quase sempre com uma dose de polémica à mistura. Naturalmente, as discussões sobre policiário são recorrentes, sobretudo quando o que está em causa são primeiros problemas, de novos produtores, muitas vezes sem o “calo” que permita evitar os conflitos.
Mas, hoje não nos vamos debruçar sobre problemas em concreto, mas sim apontar alguns aspectos que poderão ser úteis para os candidatos a produtores, que nunca devem desistir, mas sim aperfeiçoarem os seus métodos.
Como é óbvio e natural, todas as capacidades dedutivas dos confrades têm que ser postas em actividade máxima para responderem aos problemas que são propostos. Estes, produzidos também no seio da nossa “tribo policiária”, encerrarão elementos que são obrigatórios, nomeadamente retratarem situações verosímeis e haver uma componente de mistério para decifrar.
Quando um autor apresenta um problema, sabe de antemão que vai ser escrutinado e alvo de críticas, que poderão ter fundamento ou nem por isso.
No processo de feitura, o autor deve ter bem presente a chave que pretende para o problema, ou seja, a solução que quer que os solucionistas lhe venham a dar. Assim, deve conferir, desde logo, se essa solução é absolutamente correcta ou não. Em muitos casos, acontece que os factos são empíricos e não verificáveis e depois aparecem várias opiniões e conclusões para o mesmo acto. Por exemplo, se a solução se vai basear no facto de um cão ladrar a estranhos e não aos donos, isso terá se ser concretamente vertido no texto, sob pena de não ser uma conclusão óbvia e certa. Há cães que ladram a todos, outros que não ladram a ninguém, outros ainda que ladram de modo diferente conforme o seu humor e o destinatário! O autor teria, pois, que nos fornecer todos os dados sobre o animal, disfarçadamente, ao longo do texto, para que pudesse ser retirada a conclusão que pretende.
Uma vez certificada a solução pretendida, o autor deve enroupar a acção, ou seja, descrever com o pormenor necessário, toda a cena, personagens e ambientes, tendo sempre presente as conclusões de chegada.
Uma vez elaborado todo o problema, o autor deve testar a solução, aplicando-a e fazendo a leitura “ao contrário”, ou seja, da conclusão para os pressupostos e verificar se a mesma confere na íntegra e se ao longo de todo o processo não aparecem “portas” alternativas que possam conduzir a conclusões diversas. Se em qualquer momento se abrirem alternativas, há que seguir cada uma delas para verificar se mais à frente elas ficam inviabilizadas. Neste caso, o problema ficará perfeito, uma vez que apenas terá aquela solução, mas diversos caminhos que vão podendo ser seguidos pelos decifradores, para serem todos eliminados mais à frente.
Em resumo, um produtor de problemas policiários deverá construir o seu caso para concluir na solução escolhida e única e testar o desafio para que não aceite mais nenhuma alternativa válida.
Um dos maiores obstáculos que hoje se apresenta aos candidatos a produtores, é a questão do espaço disponível. Em tempos não muito distantes, a questão do espaço não era um problema candente e todos os que já temos uns anitos disto nos lembramos dos desafios publicados no Mundo de Aventuras, pela mão do Sete de Espadas, ou na revista Passatempo, a cargo do Inspector Aranha, com várias páginas, muita descrição de cenas e personagens, muito texto para dissimular os pormenores que faziam a solução. A simples leitura do problema já era um exercício bem complicado e a sua interpretação era obtida em leituras “à linha” ou “ao parágrafo”, para poderem ser absorvidos todos os indícios. Hoje, o espaço disponível é reduzido e os problemas têm um número máximo de caracteres que obrigam os produtores a um exercício suplementar de síntese, causando uma concentração de pormenores e indícios que acabam facilitando a tarefa dos decifradores, para além de dificultarem a parte literária do próprio texto.
Alguns confrades entendem que deveríamos explorar outros caminhos, desde a publicação de desafios mais extensos em duas partes, em semanas consecutivas, até à publicação no blogue Crime Público, onde as limitações de espaço não existem.
Se a primeira sugestão não reúne as preferências dos confrades, que já em diversas ocasiões fizeram saber que a perda da unidade do problema pela publicação “em prestações” não era boa solução, no caso do blogue ainda mais vozes se levantam, por conduzir à exclusão de muitos leitores que seguem fielmente o PÚBLICO, mas ignoram completamente a informática e as novas tecnologias.
Enfim, temos de usar aquilo que é posto à nossa disposição, mesmo com as limitações existentes e continuarmos a levar aos “detectives” os casos criminais e policiais que todos gostamos de ler e decifrar, independentemente das restrições existentes.